02 janeiro 2011

Na manhã seguinte.

- Eu nunca realmente entendi como essas coisas funcionam. - Ela disse, esparramada na cama de lençóis brancos dele. - Agora você deve dizer que ainda me ama? Ou que isso foi um erro?
- São duas opções completamente viáveis. - Ele admitiu, enquanto afagava as pernas nuas dela, jogadas displicentes ao seu lado.
- Isso significa que você vai fazer um escolha? Eu sempre detestei esses momentos.
- Quais? - Ele perguntou, confuso por um minuto.
- A tensão que vem antes da resposta.
  Ele sorriu e alongou a carícia, ousando os dedos na pele suave. Ela estremeceu.
- Até parece que não me conhece.
- Ainda é sempre imprevisível.
- Mentira. Deslavada e cruel. Sou fácil como um livro de gravuras.
 Ela riu e se forçou a levantar o corpo, apenas para se jogar por cima dele de novo. A pele nua incendiou ao voltar ao contato tão intimo com a dele.
- Me dá logo a minha resposta.
- Apressadinha. - Mas ele sorria. - Acho que minha resposta oficial é... Quer se casar comigo?

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