25 setembro 2026

Rir com eles sempre me trouxe paz (e lágrimas aos olhos). E ás vezes eu as deixava rolar, fosse por hilariedade, fosse por saudade. Eu os amava como a poucos, e meu peito era um, e não pedaços, quando eu estava com eles. Eu respirava sem pesos, sem medos, com um sorriso que não me cabia no rosto, e lembranças que nunca realmente deixavam minha memória. Mas eles caminham pra longe, eles seguem a vida, e eu fico sempre pra trás acenando adeus, por que rir com eles sempre foi o único modo de me fazer funcionar.

Fica sempre um pouco de mim nas mãos de quem me deixa pra trás.

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